A educação da criança com síndrome de Down é uma atividade extremamente cuidadosa e complexa. Entre outras razões, isso se dá pela necessidade de se introduzir adaptações de ordem curricular que requerem cuidados e o acompanhamento de educadores, dos pais, da sociedade. As dificuldades de aprendizagem, os distúrbios de conduta e a problemática de sua integração completam, mas não esgotam o quadro da educação do aluno com síndrome de Down.

No entanto, isso não é motivos para afirmar que pessoas com síndrome de Down nunca deixam de aprender e compreender noções básicas, rotinas de trabalho, se possivelmente irá conseguir manter o emprego e de viagens de uma forma que não seja necessária o acompanhamento de alguém.

Em 2018 foi divulgada pesquisa, a qual foram entrevistadas duas famílias acerca das habilidades funcionais de duas pessoas com síndrome de Down e a forma que elas viviam,  essas duas pessoas eram independentes, não tinham problema de saúde e dificuldades relacionadas à aprendizagem e educação.

A única diferença entre elas seria em relação a capacidade cognitiva, mas nada que as impedissem de aprender constantemente.

Sendo assim,é fato que as pessoas com síndrome de Down  não param de aprender. Novas habilidade não são afetadas pela síndrome, o que torna o indivíduo livre para aprender o que desejar e ser integrado como qualquer outra pessoa na spciedade.

De acordo com as estatísticas, nos EUA por exemplo, as pessoas com síndrome de Down, já começam a dar os primeiros passos a partir dos primeiros 2 anos de idade, entre 10 a 13 anos, já começaram a fazer sozinhas sua higiene pessoal e a partir dos 18 anos de idade, já podem viver e trabalhar independente.

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Pesquisa revela que pessoas com Síndrome de Down nunca deixam de aprender


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