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Menina sobrevivente de um câncer no cérebro tira a vida após sofrer bullying na escola

Menina sobrevivente de um câncer no cérebro tira a vida após sofrer bullying na escola


Uma menina de 11 anos tirou a própria vida após passar por bullyng na escola.

Essa triste notícia aconteceu com Bethany Thompso. Uma menina como qualquer uma de sua idade, a não ser pelo fato de lutar contra o câncer quando tinha 3 anos de idade e sobreviver a ele.

No entanto, a cirurgia de remoção do tumor acabou deixando uma sequela em seu rosto: a boca ficou levemente repuxada para a direita.

E por esse fato a menina acabou sendo hostilizada pelos colegas maldosos na escola. A mãe  da menina Wendy Feucht, em entrevista à revista americana Time, contou que a filha sofreu bullying  durante o ano todo.

Havia garotos na escola que eram incansáveis. Faziam de tudo para deixá-la fora de si. Ela costumava reagir, embora ficasse triste. Mas chegou a um ponto em que não conseguiu mais ignorar e fez o que fez”, desabafou a mãe.

Bethany tirou a própria vida com um tiro no último dia 19. Até o presente momento é desconhecida a origem da arma.

O bullyng

O bullyng é algo muito sério e pode vir a acontecer o que aconteceu com Bethany. Vale a pena ficar atento ao comportamento de seu filho e qualquer coisa estranha que você perceba procure ajuda.

De acordo com especialistas, o bullyng pode ser evitado no ambiente escolar, no entanto, todos os envolvidos com a criança ou jovem devem participar. Iniciando dentro de casa, com pais mais atentos ao dia a dia e ao comportamento do filho em relação à escola. Essa atenção deve valer tanto para a vítima quanto para o agressor.

No caso do primeiro, os pais devem contatar a escola e descobrir a melhor maneira de resolver o problema. No segundo, os filhos devem ser orientados sobre o comportamento inadequado para que ele não se repita.

A escola também deve fazer a sua parte e criar um ambiente saudável em que as questões problemáticas possam ser resolvidas com diálogo.

Deixe-nos saber o que achou, porque sua opinião é muito importante para nós.

Fonte: Revista Crescer / Veja

 

 



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