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Menina com autismo deixa de ir para escola por falta de monitor


Menina com autismo deixa de ir para escola por falta de monitor

Sônia Gonçalves da Silva, uma dona de casa, de 32 anos,  que deixou de levara sua filha, Ana Clara Gonçalves Lima, de 6 anos, para a escola por não haver professor de apoio ma escola que ela estuda, na rede pública, em Goiânia. A menina tem autismo e hiperatividade e precisa de um acompanhamento especial. E esse benefício dela é garantido por lei, mas  a monitoria só foi oferecida durante um mês.

Eu estou levando a minha filha para a escola só na segunda e na sexta-feira porque não tem o professor de apoio, que é um direito dela. Quando tinha, eu levava todos os dias, e o desenvolvimento dela era outro. Ela é muito agitada e não tem condição de ficar sem acompanhamento”, conta Sonia

Ana Clara é matriculada na Escola Municipal Carlos Eurico Camargo Alves, em Goiânia, no estado de Goiás. No início do ano, Sônia chegou a buscar ajuda da TV Anhanguera, em maio deste ano, para assegurar este direito. Após a reportagem, ela conseguiu a monitoria. Porém, segundo a mãe, desde o início do segundo semestre do ano letivo, a filha deixou de ter o acompanhamento especial.

A legislação

Contudo, está claro e expresso, no parágrafo único, do artigo 3º, da Lei de número 12.764/2012 que “em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular, nos termos do inciso IV do art. 2º terá direito a acompanhante especializado”.

Todavia, a mãe afirma que a falta do profissional dificulta o aprendizado da menina. “Ela é muito interessada. Quando ela tem o acompanhamento, o desenvolvimento dela é bem melhor. O pessoal da escola até tenta ajudar, às vezes até as meninas da limpeza olham a Ana Clara, mas ela precisa de um auxilio especializado, o tempo todo”, disse a mãe.

O G1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME) para saber o motivo da falta de professor de apoio na escola e, após esta reportagem, tivemos o posicionamento de que a SME “regularizou o atendimento e colocou uma cuidadora para a referida aluna, na Escola Municipal Vereador Carlos Eurico de Camargo Alves, com início ainda essa semana.

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Fonte: G1



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