Deliane Oliveira, tinha uma filha Ághata com apenas dois anos quando descobriu que estava grávida novamente. A gravidez  não foi planejada, mas à medida que o bebê crescia em seu ventre o amor de mãe por ele crescia também.
Ao saber que era uma menino Deliane ficou muito feliz, fazia planos para o futuro.
Foi então no dia 04 de setembro de 2018, que sua vida mudou de vez. Sua bolsa estourou, Wagner Adriel estava a caminho. E  ele chegou de parto normal com 2 quilos e meio e 45 cm.
Mas ao nascer o bebê foi levado as pressas pelos médicos, e a mãe na agonia de não saber o que estava acontecendo. O pré-natal foi feito igual manda no figurino,  e em todos os exames e consultas tudo caminhava bem, sem qualquer intercorrência.
Após cinco horas de angústia, a enfermeira avisou que Wagner iria para o berçário em uma UTI médio Risco, pois tinha ele nascido com falta de açúcar no sangue, que isso era normal nas maioria dos bebês.
Deliane então foi para o leito e chorou muito, pois imaginava que assim que nascesse ele estaria em seus braços.
No dia seguinte, foi ver como o menino estava. Ele tinha uma sonda na boca, enquanto seus seios jorravam leite. Ela queria pegá-lo no colo, amamentá-lo, mas não podia. O mais triste de tudo é que ninguém informava o porquê.

O diagnóstico

Ao olhar com mais atenção para Wagner, Deliane pode observar algo diferente, ele não se parecia com sua filha, ela percebeu algo diferente, mágico, um toque especial. Ela voltou para o leito e disse para a acompanhante dela que seu filho parecia uma uma criança especial.
Aquela noite vazia se tornou uma eternidade. Quanto mais a  mãe ouvia os choros dos outros bebês mais seu coração apertava.
Logo cedo, Deliane procurou o médico. foi nesse momento que ele contou a ela que seu bebê tinha características de síndrome de Down, mas precisava ser confirmado.
Nesse momento, seu mundo ruiu. Ela conta que mão sabia o que era a síndrome de Down, como ela poderia cuidar de um bebê com essa condição, e tudo isso, ainda tendo que cuidar de uma criança de dois anos.
Entre dúvidas, questionamentos e lágrimas, ela sangrou literalmente e sujou toda a UTI. Nesse momento, uma enfermeira em forma de anjo lhe disse: “Foi Deus que te deu esse bebê, ele sabe o porquê, então, agarra e cuida, que Deus ele te  capacitará para isso“. Naquele momento, Deliane saiu da UTI com uma força que ela nunca imaginava que poderia ter.
Foi estudar sobre o assunto, em uma de suas pesquisas constatou que muitos bebês com síndrome de Down precisam de cirurgia corretiva para viver, mas Wagner não. Apesar de pequeno e frágil seu bebê era forte. Após dez dias ele pôde ser amamentado, coisa não muito comum com bebês com síndrome de Down em relação a hipotonia.

 

 

Ao sair daquele hospital Deliane saiu munida de forças para lutar pelo meu bebê. E é isso que ela faz todos os dias. Agradecendo a Deus todos os dias pela vida da sua família.

Hoje, Wagner é um lindo bebê saudável, que vive feliz ao lado de sua família.
Deixe-nos saber o que achou, porque sua opinião é muito importante para nós.


Mãe recebe uma surpresa especial


Post navegação


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *