DeficiênciaDeficiência Física

Garoto supera limitações e realiza sonho de dançar

Garoto supera limitações e realiza sonho de dançar

 

O carisma e simpatia do garoto Madson impressionam, em poucos minutos de conversa, podemos observar que é um garoto cheio de sonhos.

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Futuro

“Minha expectativa para o futuro é ser um grande dançarino e em breve brilhar mundo à fora. Eu gosto de dançar. É algo emocionante que faz o povo chorar. Mas o mais emocionante é que as pessoas  gostam de me ver dançar “, diz o garoto.

As coreografias estão na ponta dos pés, ou melhor, nas rodas. Madson e sua professora, dançam de tudo um pouco, mas a veia artística fala mais alto e a emoção aflorar.

A dança além de estimular a musculatura, melhora a coordenação motora e ajuda a combater a ansiedade e o estresse.

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A dança

A dança ajudou a trabalhar essa questão da ansiedade dele, também ajudou na parte da coordenação motora dele, ajuda na questão da memorização dele, isso ajudou muito, hoje Madson já tem uma facilidade enorme, a gente passou a dançar e fomos convidados já pra fazer abertura de festivais “, explica Elizângela Alves, professora de dança.

A professora e o aluno se conheceram em Floriana. A ideia surgiu, e eles começaram a ensaiar. A evolução de  Madson tem sido surpreendente, mas foi nos palcos que ele encontrou sua verdadeira vocação.

A paralisia cerebral de Madson foi causada pela falta de oxigênio durante seu  parto. Após 15 anos, mesmo com todas as limitações, a mãe do garoto nunca deixou de acreditar que o sonho do filho fosse possível.

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“Ele é uma criança alegre, divertido, dinâmica, participativo, a gente como mãe, como família, observa que vê seu filho em cima de uma cama sem poder se mover e hoje ver essa toda desenvoltura, é uma benção ver“,  conta a mãe.

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A vida fora dos palcos

Contudo, fora dos palcos, Madson leva uma vida normal, na escola é o queridinho da turma, sempre extrovertido, ele consegue a atenção de todos, “a interação é muito boa, os outros alunos acolhem ele muito bem, até porque a gente já tem um trabalho  desenvolvido, ele é uma pessoa como nós, devem ser tratados da mesma forma, com a mesma relação, e os meninos gostam muito dele, porque também ele é muito  participativo, ele se deixa abrir e isso se torna mais fácil”, explica diretora
da escola.

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Todavia, a diretora da escola, conta que mesmo com todo o desafio de receber um aluno com deficiência física, a experiência valeu apena. “Ele é um menino com tanta perseverança que tudo que acontece com ele é  grandioso,a gente se sente orgulhosa e ver que a gente contribuiu pra aquilo”, conta educadora. “Nunca deixe se sonhar, nunca deixe de batalhar, a cadeira não impede“, disse o garoto.

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Fonte: Globoplay


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