Crianças EspeciaisSíndrome de Down

Garota de 6 anos com síndrome de Down emociona a web ao escrever sua primeira palavra: “amor” [Vídeo]

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Ana, uma garota com síndrome de Down com 6 anos está em processo de alfabetização. 

Ela cursa o primeiro ano do ensino fundamental, em uma escola municipal em Curitiba, no Paraná, Ana adora a escola, estar no meio das pessoas.

Para qualquer pai ou mãe as pequenas conquistas de seus filhos sempre são emocionantes e inspiradoras. Quando a criança possui alguma necessidade especial, essa inspiração é maior ainda.

Foi o que aconteceu com a mamãe Marilê Bravo. Essa semana ela pode presenciar sua filha Ana, com 6 anos, que tem síndrome de Down escrever sua primeira palavra. AMOR

Segundo relato da mãe de Ana, ela está começando a escrever. É um trabalho de muita dedicação para poder sair aquele ‘amor’, letra por letra”. A primeira palavra de Ana foi seu próprio nome, porém, a primeira palavra diferente foi amor. Agora cada nova palavra é vista como uma grande conquista. 

“Nesse vídeo eu me senti como se estivesse ganhando na mega-sena dez vezes no mesmo dia”, a mãe brinca. E continua: “ontem foi muito bom. Parece uma coisa pequena, mas é algo que vem de um trabalho muito grande, diário, que exige muita entrega”.

VEJA O VÍDEO:

https://www.facebook.com/marile.bravo/videos/10219231591965863/

 

Ana vai à escola à tarde, e tem suas atividades complementadas pelas terapias. Ela faz faz fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicopedagoga/psicoterapia duas vezes por semana. Nas manhãs livres, a mãe se dedica em realizar as lições de casa com a filha e ensiná-la cada vez mais, através de atividades lúdicas e brincadeiras.

A mãe sempre inseri nas  atividades da rotina da garota, atividades que incentivam a coordenação motora, a alfabetização e outros processos que permitam o desenvolvimento da filha. “Vem de dentro do meu coração”, a mãe diz

A inclusão não é uma coisa que está pronta, é um processo que a gente tem que construir. Nem todos os lugares estão adaptados para receber essas crianças, tem que ter uma via de mão dupla, a família e a escola caminhando juntas”, relata Marile.

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Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br

 

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