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Em autobiografia escritor discute conceitos de inclusão social e educação inclusiva

No último mês o escritor Emílio Figueira, de 50 anos, que tem paralisia cerebral, é jornalista, psicólogo e psicanalista, autor de mais de 70 publicações, entre livros, peças de teatro e roteiros relançou em forma digital sua obra  “O Caso do Tipógrafo”.

Nesse livro ele relata como enfrentou a exclusão social durante a ditadura militar, narra suas experiências pessoais e artísticas, além de sua vivência na área acadêmica.

Todavia, em uma de suas memórias publicadas ele relembra de seminários com enormes plateias onde as crianças eram colocadas apenas de cueca no palco, com o especialista analisando o caso.

Contudo, ele conta também que na década de 70 fez parte como cobaia de muitos experimentos e pesquisas.

Além de ser sua autobiografia, o autor fala sobre a inclusão social e sobre a educação. Como também, fala sobre o envelhecimento da população com deficiência que é normalmente esquecida.

Por fim, o autor revela desde a exclusão que sofreu durante a ditadura militar até suas principais experiências pessoais e acadêmicas em três faculdades, cinco pós-graduações e dois doutorados.

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Com informações: O Estado de SP


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