Crianças Especiais

CUIDADO! Famílias denunciam golpe na venda de equipamentos para crianças com deficiência

Famílias denunciam golpe na venda de equipamentos para crianças deficientes

Algumas família do Paraná e do Acre procuraram as autoridades para apresentar denúncia de uma suposta fraude que está acontecendo com a venda de equipamentos para crianças com deficiência.

Elas alegam que foram comprados carrinhos e equipamentos especiais com valores altos de R$ 1,8 e R$ 3 mil, mas os produtos não chegaram ou vieram com peças importantes faltando.

Segundo a reportagem do Fantástico do último domingo dia 24, a responsável pelo golpe supostamente seria Cinthya Mancini, uma mulher que vive na Flórida que vive nos Estados Unidos.

A APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Arapoti (PR), por exemplo, encomendou para uma menina de 5 anos uma espécie de balanço, com elásticos especiais que vestem a criança para ajudá-la a andar e pagou R$ 1,8 mil à empresa de Cinthya. O que chegou, no entanto, foi apenas a parte externa, um cano retorcido de metal.

A Associação levou o caso à Justiça paraense e ganhou, mas o processo foi julgado à revelia, porque Cinthya não se manifestou e nem pagou o valor determinado.

Uma outra família de Rio Branco, no Acre, denunciou a fraude à Polícia Federal. Rosa, mãe de Mariah, de 5 anos, comprou um carrinho especial para dar mais conforto à filha, que tem uma síndrome rara, durante as viagens aos hospitais em que ela costuma se tratar, mas o produto de R$ 3 mil nunca chegou. Para Rosa, Cynthia teria se apresentado como Bruna. Rosa tentou reclamar mas o número de contato foi bloqueado.

A equipe do “Fantástico” encontrou cerca de outras 40 reclamações do tipo na internet.
Procurada pelo programa, Cynthia respondeu que os produtos foram enviados, mas colocou a culpa nos clientes, dizendo que as itens podem ficar retidos se impostos não foram pagos por eles. Em relação à denúncia na Justiça do PR, ela alega não ter sido notificada.

O caso está sendo investigado pelas autoridades.

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Fonte:https://noticias.uol.com.br


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