Crianças Especiais

Crianças com câncer recebem a visita de uma cachorra da raça golden retriever em hospital


Hope é uma amável cachorrinha, de 10 anos da raça golden retriever que vem espalhando alegria, carinho e conforto a pequenos pacientes com câncer da ala pediátrica do Inca (Instituto Nacional do Câncer) no Rio de Janeiro. Com apenas 10 meses de idade, Hope (que significa esperança em inglês).

Ela, que esta em fase de adaptação na nova função, visita os pacientes no hospital um vez por semana. O objetivo é ampliar essas visitas.

Hope visita os pacientes com jaleco de hospital, crachá e coleira. Ela visita os pacientes acompanhada de seu adestrador  André Luiz Moreira.

As crianças adoram a visita, fazem carinho,brincam e ficam ansiosas pelo retorno de Hope.

Nos corredores do hospital, a cadelinha que teve o nascimento planejado para ser um “cão terapeuta”, virou uma espécie de celebridade. Famílias e funcionários se revezam para tirar fotos com ela.

Com a Hope, a gente para de falar de doença, diz médica

Hope integra o primeiro projeto de terapia assistida por animais no INCA e as visitas dela tem como objetivo tornar o ambiente mais leve e aconchegante para os pacientes em tratamento.

O projeto foi idealizado pela médica oncologista Bianca Santana, que não recebe nenhum tipo de apoio do governo para colocá-lo em prática. Segundo ela, em menos de um mês, os resultados já superaram as expectativas.

De acordo com a médica oncologista e dona da Hope Bianca Santana o clima ficou muito bom. Ficou mais leve. Quando ela as pessoas no hospital  param de falar de doença, e passam a falar de cachorro.

 

 

Bianca Santana, Médica oncologista e dona da Hope

O projeto

O projeto para inserir um cachorro terapeuta no hospital começou antes mesmo do nascimento de Hope.

Enquanto a médica Santana elaborava um dossiê para apresentar ao hospital com os benefícios e a segurança desse tipo de tratamento, ela e o adestrador procuraram canis para identificar os pais de Hope.

Foi em Petrópolis, na região serrana do Rio, que os pais foram localizados –um casal com características indicadas para o trabalho: serenidade e tranquilidade.

Da ninhada, Hope foi a escolhida como sendo a mais dócil. Ela chegou à casa da médica com dois meses de vida e ali mesmo começou a ser adestrada.

Todo o processo, entre a escolha dos pais até o adestramento, durou um ano e meio.

Apesar de todo o planejamento, existiam dúvidas se Hope responderia bem aos estímulos que fariam dela uma cadela terapeuta. No entanto, de acordo com Bianca e André, a nova “médica” já supera as expectativas.

 

Reprodução: Taís Vilela/UOL

Permissão de animais em hospitais

Foi aprovada neste ano pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), em março deste ano, uma lei que permite a presença de animais domésticos e de estimação em hospitais públicos e privados do Rio.

A lei é de autoria do vereador Luiz Carlos Ramos Filho (Podemos), também presidente da Comissão de Defesa dos Animais. De acordo com a ela, os animais podem permanecer nas unidades de saúde por período pré-determinado e sob condições prévias respeitando os critérios definidos pelos hospitais.

Além disso, Hope antes de visitar seus “pacientes” passa por um rigoroso processo de higienização.

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Fonte:https://noticias.uol.com.br/

 



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