Lara é uma menina em 90 dias já passou por dois hospitais e no momento está internada em m Hospital em Campo Grande  – MS, em decorrência de uma síndrome rara.

Essa situação deixou Lara triste e sem vontade de se alimentar. Porém, essa triste realidade mudou. No seu aniversário de três anos comemorado do hospital, a menina trocou a roupa sem graça do hospital por um lindo vestido azul de cetim, com mangas bufantes. Ela ganhou também uma longa tranca branca igual a sua personagem predileta: Elsa, do desenho animado Frozen.

Segundo, Letícia Juste, de 23 anos, auxiliar financeira, o caso dela é grave. Um dia um dia a enfermeira ligou para ela dizendo para ela fazer algo porque a menina não queria comer.

Lara tem um ursinho de estimação, mas, nem com ele estava brincando mais. Foi então  que ela descobriu que a menina gostava do filme Frozen e eles planejaram tudo. Na hora, ela brincou, começou a sorrir e está voltando a comer. Agora, ela criou um vínculo  a menina e uma vez por semana vai visitá-la.

Depois disso ela inclusive passeou com a fisioterapeuta pelos corredores do hospital.

De acordo com Letícia, o objetivo do projeto é transmitir  amor para ela em uma situação difícil, o que a fez até querer andar e mandar beijos.

O projeto

Letícia acha que é muito importante ajudar as pessoas quando estão em um momento triste. O projeto começou no ano passado e não é somente para criança. Ela também vestiu a roupa e é um momento muito especial.

Lara está internada Campo Grande, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o dia 22 de março. No entanto, a batalha com a doença começou no início do ano.

A mãe, Marlene da Silva Ribeiro, de 43 anos, relata que abdicou da profissão para se dedicar a menina e inclusive a levou para fazer cirurgia, na capital paulista. Lara tem um tumor intramedular.

“Desde os 5 meses eu já notava uma diferença, uma fraqueza muscular nela e então começamos o acompanhamento com pediatra. Após exames, ele disse que não havia mais nada clínico e encaminhou para a neuro. Foram 8 meses de exames, ressonância, tomografia e elétro o diagnóstico de paralisia cerebral. A partir daí, ela passou dos 8 meses até 2 anos e 8 meses como se fosse uma paralisia”, ressaltou Marlene.

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Fonte: Exclusivo 24h


Após 90 dias em hospital, garotinha com síndrome rara, ganha vestido de sua personagem favorita e volta a se alimentar

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