DeficiênciaDeficiência Física

Menina nasce com deficiência e médicos “culpam” a mãe

Menina nasce com deficiência e médicos "culpam" a mãe

Uma mãe fez um desabafo ao Portal Cafe Mom, contando o que aconteceu durante o nascimento de sua filha.

Adetola Ogunley descobriu estar grávida de 5 semanas após ter dado a luz ao seu primeiro filho sete meses antes.

A gravidez não planejada, mas muito comemorada pela família. A gestação de Adetola transcorreu tranquilamente sem qualquer intercorrência, apenas os enjoos matinais normais de gravidez.

O nascimento

No entanto, ao dar a luz, percebeu uma movimentação estranha dos médicos e enfermeiras. Antes de entregar a bebê a mãe, eles o embrulharam e a deixaram o ver rapidamente.

Queremos limpá-la primeiro“, eles me disseram.

Entretanto, naquela hora Adetola não entendeu porque a equipe fez aquilo, pois ela estava tão feliz por conhecer sua filha.

Ao ir para o quarto, o marido disse a Adetola: “Há um pequeno problema com a mão dela“.

Com medo do que estava por vir, ela rapidamente abriu a manta e verificou. Ela viu que a mão esquerda da filha era muito pequena e invertida para trás, e ela só tem três dedos na mão.

No primeiro momento, ela ficou chocada.

Os médicos

Os médicos nunca tiveram respostas sobre a condição da menina. Contudo, em vez disso, eles acusavam Adetola de ter  tomado drogas enquanto estava grávida da filha.

A deformidade dela é a reação aos medicamentos que você tomou“, eles me disseram.

Outro médico veio 48 horas depois para examiná-la e ele disse que ela poderia ter espinha bífida, problemas cardíacos e outras condições, já que bebês “como esses” geralmente vêm com “muita bagagem”.

Fiquei arrasada por isso ter vindo de um médico, ainda mais se realizar nenhum exame nela“, contou a mãe.

Quando Adetola teve alta, a mãe levou para um hospital infantil. Eles a examinaram e disseram: “Todas as outras coisas lhe parecem boas. Você deve deixá-la se recuperar do processo de nascimento antes de realizar exames nela“.

Duas semanas após o nascimento,  a família para outro estado, para um hospital de ensino conhecido para realizar exames diferentes.

E foi constatado pelos médicos que a menina estava perfeitamente bem, além da diferença de membros.

A mãe contou também que quando descobriu sobre a deficiência fico chocada de coração partido. Naquele momento ficou com raiva de Deus e do mundo, sempre se perguntava: “por que eu?”

Adetola entrou em depressão preocupada com o futuro da menina imaginando que a filha não não seria capaz de fazer tas coisas devido à sua diferença de membros.

Mas seu marido foi seu porto seguro nesse momento e ajudou superar a situação.

A deficiência

Pesquisando na internet, a mãe descobriu que a filha tinha Deficiência Ulnar. Durante um ano inteiro, não saia de cada com medo do que a filha pudesse passar por causa de sua deficiência porque as pessoas e a sociedade poderiam ser ruins com ela.

Tivemos nossa parcela de comentários negativos e as pessoas foram totalmente desrespeitosas, mas com tudo isso eu aprendi que é minha responsabilidade mostrar aos outros como me tratar e, por sua vez, minha filha. Quando ela estava prestes a começar a escola, eu a levei para uma escola que era considerada uma das melhores da região e fiquei chocado com o que o diretor da escola me disse: “você precisa estar estar “preparada” quando crianças forem más, sua filha será intimidade e maltratada em razão de sua deficiência“, desabafou a mãe.

As dificuldades

Ela foi para casa de coração partido e estava determinada a proteger minha filha de todas as maneiras possíveis.

No entanto, com o passar do tempo a mãe aprendeu  a incentivá-la, sempre dentro de seu tempo. E quando as coisas ficam difíceis, quando por exemplo está com dificuldade em alguma tarefa ela ajuda a filha. Ela também celebra cada conquista de Tiaraoluwa.

Por tudo isso, Adetola conta que aprendeu a estar sempre presente para os meus filhos, alimentando-os com amor, prestando atenção às coisas que sabe que amam e também depositar sua total confiança em Deus.

Hoje, Tiaraoluwa, tem 4 anos e vive feliz ao lado de sua família.

Deixe-nos saber o que achou, porque sua opinião é muito importante para nós.


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo
Fechar