A educadora Dorina de Gouvêa Nowill faria 100 anos nesta terça-feira, 28 de maio. Além de educadora, ela foi uma  filantropa paulistana que dedicou sua vida à inclusão dos deficientes visuais no Brasil. Ela faleceu em  agosto de 2010, com 91 anos de idade. Ela ficou conhecida mundialmente como a “dama da inclusão”.

Em 1946, criou a então Fundação para o Livro do Cego no Brasil, para poder atender a demanda de livros destinados para cegos no Brasil. Dorina era especialista na educação de cegos no Teacher’s College da Universidade de Columbia, em Nova York. E em 1948, a Fundação para o Livro do Cego no Brasil recebeu da Kellog’s Foundation e da American Foundation for Overseas Blind, uma imprensa braille completa, com maquinários, papel e outros materiais. Atualmente, a Imprensa Braille é uma das maiores do mundo em capacidade produtiva.

Dorina Nowill atuou em diversos órgãos  públicos representando os deficientes visuais na luta pelos seus direitos. Ela trabalhou intensamente para a criação e implantação de instituições, leis e campanhas em prol dos deficientes visuais e pelo seu trabalho foi diversas vezes reconhecida e premiada.

Por todos seus feitos Dorina é considerada a “Dama da Inclusão”.

A educadora e filantropa Dorina Nowill ilustra nesta terça-feira um doodle do Google, que lembrou o seu centenário.

 

Fonte: Google/Doogle


Google homenageia Dorina Nowill, uma vida dedicada à inclusão dos deficientes visuais


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