Síndrome de Down

Aluno com síndrome de Down é violentado em sala de aula por auxiliar


Aluno com síndrome de Down é violentado em sala de aula

Um aluno com síndrome de Down de 13 anos foi supostamente violentado por um auxiliar em uma sala de aula de uma escola em East Rand, na África do Sul.

O incidente aconteceu em 5 de agosto, depois que o auxiliar  supostamente trancou o menino com síndrome de Down em uma sala de aula para praticar o ato. Porém, a história só foi divulgada no último dia 19.

A mãe do menino, contou a imprensa local que, após contatar a direção da escola, a diretora em vez de lidar com o assunto, a sugeriu que seu filho ficasse três meses longe da escola até que as investigações fossem concluídas. Enquanto o suposto criminoso pudesse voltar ao trabalho.

O incidente

A mãe do menino, que não pôde ser identificada para preservar a identidade do aluno. Ela disse que passou mais de uma hora procurando por ele na escola no dia.

A mãe pediu ajuda a um professor e ao vice-diretor, porém não o encontravam.

Foi quando o suposto agressor veio correndo em sua direção. Mas hesitou momentaneamente quando a viu com os outros funcionários. Ele ofereceu ajuda para procurá-lo. Ele disse que o menino poderia estar dormindo em uma das salas de aula.

O suposto agressor foi a uma sala de aula abriu a porta e o menino saiu imediatamente. Porém, não como alguém que tinha acabado de acordar. A mãe não prestou muita atenção na hora, pois estava muito feliz de encontrá-lo.

A mãe disse que seu filho começou a agir de maneira estranha depois de ser encontrado e não estava tão alegre como de costume.

Ela contou também que ao encontrá-lo, seus olhos estavam mareados, como se ele tivesse chorado, e quando entraram no carro, ela notou um cheiro ruim saindo dele. O que mais a deixou horrorizada foi quando tirou a roupa do menino e encontrou manchas de sangue e sêmen na roupa de baixo.

A mãe ficou em estado de choque. Não podia acreditar no que estava acontecendo. Foi quando ela perguntou ao menino  o que aconteceu e ele disse que o auxiliar  tinha relações sexuais com ele, e que o ameaçou de morte caso ele atendesse ao celular.

A escola 

Assim que soube do ocorrido ela levou o filho para a escola relatar o que aconteceu e posteriormente levou o menino a uma clínica local.

Na clínica, os médicos examinaram o menino e confirmaram que ele foi violentado e o estupro consumado.

O que me chateou foi a decisão da escola de não suspender o homem que fez isso, mas me disse para manter meu filho em casa até que a investigação fosse finalizada”, conta a mãe .

Contudo, inconformada com as diretivas da escola sobre o tema a mãe notificou a secretaria de educação. A secretaria de educação  informou que o funcionário  foi suspenso imediatamente após eles tomarem ciência dos fatos, e que ele responderá a um processo disciplinar.

Todavia, s polícia local confirmou que o caso de estupro estava sendo investigado, mas disse que não houve prisões. A mãe já deu seu depoimento e está inconformada porque o homem ainda não foi preso. “O que mais a polícia precisa?”, questiona a mãe.

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Fonte: https://www.sowetanlive.co.za

Foto: Ilustrativa/ Reprodução: Edinburg News

 

 



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